12.10.15

Criança




Criança


Rua antiga
Que não morre.

Descortino
não dorme.

Num átimo, uma engenhoca,
faz-se folguedo e
brinco.

Quando não,
tem-se as palavras.

Um dia longo
Se encurta numa
travessura e
inaugura
a rua nova.

Os netos
apimentam
o coração.
A gente não se atenta 
sexagenário.

E a Rua Antiga
permanece.


Waldir segunda-feira, 12 de outubro de 2015
Dia da Criança

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